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Artigos de Rita Alonso
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Rita Alonso
 


 

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Coletânea de artigos de autoria de Rita Alonso.

 

Topo da Pagina topo da páginaCurrículo

Rita Alonso é Professora de Recursos Humanos da Universidade Estácio de Sá há 20 anos. Instrutora dos Cursos do SEBRAE e SESC. Funcionária há 25 anos da Riotur/Controladoria Geral do Município. Desenvolve trabalhos de consultoria organizacional, ministra treinamentos e palestras motivacionais. (Site http://www.ritaalonso.com.br)

 

Topo da Pagina topo da páginaInteligência e Força de Vontade

Certa vez li que existem duas premissas básicas que diferem o ser humano de todos os outros animais.
A primeira é a inteligência e a segunda é a vontade.
Entenda por inteligência todo o conhecimento adquirido em toda a sua existência, desde que nasceu, engatinhou, foi à escolinha, à faculdade, etc. Conhecimento é toda a informação adquirida. A inteligência é o que você faz com toda essa informação.
Exemplo: Se você desejar pegar um trem para ir a São Paulo ao chegar à estação você começa a ler as placas na plataforma, sua inteligência o alerta para que você não pare de ler em qualquer estação que esteja escrito, e sim procure pela qual deseja.
É a sua inteligência escolhendo sua ação mediante as informações percebidas.
A inteligência/conhecimento não são livres. Mas a vontade é…
Por que eu digo que o conhecimento não o é?
Porque ele está atrelado a tudo que aprendemos em nossa família, no banco da escola, em nosso grupo social. Explico: se eu escrevesse agora a palavra “palhasso” desta forma sua inteligência/conhecimento aceitaria?
Não.
Se eu dissesse que dois e dois são vinte e dois, você iria rir e no máximo ia achar que se tratava de uma brincadeira. Porque a verdade é que nosso conhecimento não é livre.
A vontade é.
Exatamente. A vontade é livre.
Quando dou aula sobre motivação pergunto sempre aos alunos: o que leva a uma pessoa a terminar aquilo que começa? De onde tira forças para ultrapassar os momentos mais difíceis sem desistir? Ultrapassando assim as adversidades, quando desistir é o caminho mais fácil…
Por que a greve de fome é tão respeitada?
Porque a minha inteligência e meu conhecimento me dizem que o homem não vive sem se alimentar.
A minha fisiologia me diz: “Estou com fome!!!!”
Mas a minha vontade diz: “Só me alimentarei quando fizerem o que desejo…”
Tivemos o exemplo do grande pacifista que sempre pregou uma doutrina de não-violência. Fez greve de fome porque desejava que a paz reinasse entre hindus e muçulmanos; entre indianos e ingleses.
E como um novo Gandhi tivemos há pouco tempo um bispo da Paraíba reabrindo a discussão sobre o tema causando grande repercussão na mídia. Quando falaram da transposição do Rio São Francisco.
Porque é a vontade acima da inteligência e do conhecimento!
Pense nisso na próxima vez que se detiver em frente a um empecilho.
É preciso acordar sua vontade adormecida e encorajá-la, é preciso acreditar que você consegue.
É preciso exercitar sua força de vontade!
Abraços e fiquem bem…
      

Topo da Pagina topo da páginaVampiros Organizacionais

Fico muito feliz sempre que encontro pessoas com garra e persistência. Hoje em dia quando faço uma seleção de emprego levo muito mais em conta a característica agregadora do candidato do que o seu conhecimento e inteligência. Porque é importante termos nas empresas pessoas com espírito de equipe e não de “EU-quipe”. Pensando assim levo em conta coisas como flexibilidade, percepção, adaptabilidade, iniciativa, criatividade, empatia, etc.
A escolha deste perfil deve-se a tentativa de melhorar o relacionamento inter e intragrupal do corpo de funcionários da empresa. Porque é importante o comportamento para melhoria do clima empresarial, e o que mais encontramos por aí são os “vampiros organizacionais”, aqueles pessimistas que sugam o sangue da gente, os que têm sempre uma palavra pra botar alguém pra baixo, enfim… a maçã podre que contamina todo o cesto.
E, quando a gente menos espera já foi mordido por um vampiro deste e nos transformamos em um também… Sabe, quando a gente está com um problema de saúde, tipo uma dor no braço? Pois bem, dói e vamos ao médico… Mas quando a doença é mental, tipo “vampirismo”, aí fica difícil… porque não se tem a consciência que precisa ser tratada. Quando nos damos conta, já é tarde, já nos tornamos uma pessoa amarga, pessimista, achamos que nada vai dar certo, que tudo na empresa é ruim, o chefe é péssimo, o salário é baixo, os colegas são uns chatos, até a comida do refeitório da empresa costuma ser amarga!!!
É preciso tomar muito cuidado para que pessoas negativistas não nos influenciem, não permitindo que elas decidam como deva ser nosso comportamento ou nossa maneira de pensar e agir… isso me faz lembrar-me da história do sujeito que todo o dia ao comprar seu jornal dava bom-dia ao jornaleiro e este não respondia; um amigo lhe perguntou, então, porque não desistia de cumprimentar o sujeito e ele respondeu: -Porque não quero que ELE decida como eu devo agir… O dia que eu parar de cumprimentá-lo será ele quem ganhou a batalha do comportamento.
Depois eu volto para falar mais sobre a minha experiência com o RH, com os candidatos difíceis e com algumas empresas complicadas, com estilos de liderança ainda arcaicos.

Abraços e fiquem bem… 

 

Topo da Pagina topo da páginaUma Historinha em Todas as Aulas

Eu tenho a característica de fechar todas as minhas aulas com uma historinha e se acaso não conto os alunos cobram. Já aconteceu de acabar o tempo de aula, eu querer ir embora e eles ficarem esperando, rs…
Bom, tem uma em particular que gosto muito que é a história do casal acostumado a tomar o café na copa e ao olharem pela vidraça das janelas deparam com a vizinha estendendo roupas no varal. A esposa comenta com o marido o quanto aquela roupa está encardida. E a cena se repete algumas vezes chegando até, a esposa, comentar que iria qualquer hora ensinar a vizinha a alvejar as suas roupas.
Um belo dia ao tomarem café na copa novamente, a esposa olha pela janela e depara com lençóis branquinhos e exclama:
-Veja marido, finalmente nossa vizinha aprendeu a lavar roupas, veja como estão clarinhas…
E o marido responde:
-Querida, é porque hoje eu acordei mais cedo e lavei todas as nossas vidraças!
Bem, podemos fazer uma analogia do encardido da vidraça com nossos preconceitos que às vezes não deixam que enxerguemos com clareza certas situações.
Sempre falo aos meus alunos, futuros entrevistadores, sobre o perigo de não se ter sempre limpas as janelas da avaliação, para que os ruídos de preconceitos diversos não atrapalhem no momento da seleção da entrevista de emprego.
Preconceitos podem se transformar em grandiosos ruídos do processo seletivo.
Os ruídos são inúmeros como: preconceitos, tabus, inveja, inseguranças, sentimento de inferioridade ou de superioridade, hostilidade, desejo de dominar, rivalidade, etc.
Quem tem que brilhar é a capacidade do candidato que está a sua frente e não a imagem distorcida que você faz dele recheada destes ruídos.
Devemos tomar cuidado para que preconceitos não se integrem na mensagem e criem em nós o hábito da distorção.
Depois eu volto para falar mais de alguns ruídos… e contar mais historinhas…
Abraços e fiquem bem…  

 

Topo da Pagina topo da páginaEntre o Oito e o Oitenta

A eletricidade é importante na nossa vida, ela ilumina as residências, as empresas, as ruas da cidade… Mas a eletricidade pode eletrocutar um homem.
A água, tão escassa hoje em dia em nosso planeta, é indispensável a nossa vida.. Ela mata nossa sede. O homem utiliza a água para tomar banho, cozinhar, lavar roupa e diante de uma falta de água quase enlouquece. Mas é importante lembrar que a água também pode afogar um homem.
A água e o fogo lhe auxiliam no cozimento do mantimento que mata a sua fome. Mas o fogo mal utilizado pode queimar…
O fogo pode lhe aquecer ou lhe queimar.
Se alguém lhe convidar a ir até a sua casa e lá oferecer a você uma xícara de terra você certamente irá ficar muito furioso. Mas se alguém usar esta terra e plantar café poderá em algum momento lhe oferecer um cafezinho bem quentinho e delicioso. A terra é abençoada, serve para matar a fome quando o homem a usa para plantar.
Tudo é questão de equilíbrio.
E assim em todos os momentos da nossa vida precisamos saber utilizar esta palavra –equilíbrio– com muita sabedoria… pois ela que rege a nossa vida e que nos faz a todo momento procurar a estrada correta.
Certa vez li que o homem não tem natureza perversa. Um bebê não é perverso. Ele pode se transformar em um distinto profissional ou o pior dos bandidos. Mas seja qual for o rumo que ele tomou, um dia ele foi uma inocente criança.
E por que, num determinado momento da sua vida, o homem segue o caminho errado?
Por que diante da bifurcação que lhe apresenta duas escolhas, ele toma a decisão errada?
Porque faltou equilíbrio!
O equilíbrio é a escolha entre o bem e o mal. É não escolher a opção de menos nem a demais, porque ambos são possuem a justa medida.
É difícil? Sim… nunca ninguém achou que seria fácil.
Mas são os seus valores, seus preceitos, sua formação, sua ética que irá lhe apontar a escolha da proporção devida. A escolha que está entre o oito e o oitenta.
A escolha com equilíbrio.
Depois eu falo mais sobre isto.
Um grande abraço e fique bem…

 

Topo da Pagina topo da páginaO Super-Herói Disfarçado

Fui convidada a ministrar uma palestra na Universidade UniGranRio.
Descobri que falaria para cinco turmas de formandos. Fiquei um pouco apreensiva e insegura de início. Depois arquitetei aquele meu velho plano: chegar bem cedo, me misturar à platéia para sondar o TERRENO INIMIGO.
Qual não foi minha surpresa ao descobrir que ali havia um super-herói disfarçado de professor.
Bem, mas vamos começar pelo começo para vocês entenderem bem este balaio-de-gato.
Fiz amizade com alguns alunos de administração, para falar a verdade foram eles que fizeram amizade comigo. Aproximaram-se… Pois já haviam lido para programa do evento e alguns me reconheceram de outras palestras e cursos anteriores.
Estávamos numa deliciosa rodinha, quando tudo aconteceu! De repente,um silêncio crucial… E uma das alunas grita: - Gente chegou o Antonio!
Numa avalanche frustrante me passaram instantaneamente de centro das atenções para mera espectadora.
Pensei comigo: Quem será o tal Antonio?
Será o menino mais bonito?
O mais charmoso?
O mais “cabeça” da “facul”?
Será o Antonio Fagundes?
Será um avião?
Quando me deparei com o “Antonio”, não consegui assimilar direito o motivo de tanto entusiasmo.
O Professor Antonio aparentava uns 50 ou 55 anos, embora eu pudesse jurar que por trás da roupa invisível de Super-Homem, o Antonio pudesse ter muito menos idade. Vestia calça jeans surrada, blusão cáqui -talvez para esconder a grande barriga- e uns óculos que pedia, a muito, outro mais moderno.
Eu e minha aguçada curiosidade feminina não poderíamos perder o motivo pelo qual o misterioso Prof. Antonio era tão popular, fiquei pensando que talvez todo aquele alvoroço se devesse a alguma prova recente que ele haveria aplicado àquela turma e embaixo da sua capa de super-herói estivesse trazendo as notas da meninada.
Sorrateiramente me aproximei e para meu espanto ouvi um rapaz lhe perguntando:
-Prof. Antonio, e a sua esposa? Ela melhorou? Foi um resfriado forte?
Ainda me pergunto o porquê do super-herói professor Antonio de Química ter tanto carisma com os alunos?
Descobri que aquela figura tão pitoresca é queridíssimo pelos seus alunos.
Descobri que aquele super-homem, disfarçado em professor, ama a sua profissão e que faz valer a pena cada minuto do tempo de suas aulas.
Que leva a sério o dom de passar conhecimento.
Que tem anos de profissão, que respeita e é respeitadíssimo por todos.
Que acredita na amizade, no se doar, no persistir.
Que consegue ser camaleônico apesar do baixo salário de professor.
Que em sala de aula não se sente o senhor absoluto, o dono da verdade, gosta de aprender com seus alunos no trocar de experiências e fala de suas inseguranças e incertezas.
Descobri que o Clark Kent daquela universidade, com seus incríveis poderes só tem medo da kriptonita da gripe.
Parabéns Professor Antonio pelo exemplo de empatia que quero continuar a seguir e me espelhar!
Claro que abri a palestra dando parabéns ao grande e velho mestre que não me faz sentir única neste amor que sinto fazendo o que gosto: lecionar de verdade!

 

Topo da Pagina topo da páginaPercebendo a Realidade

Se tem uma historinha que gosto de encerrar uma de minhas aulas é a dos cinco cegos…
Pois bem, pediram a cinco cegos para descrever um elefante, e o primeiro disse que o elefante era um grande casco de tartaruga porque estava em cima do elefante.
O segundo cego disse: - Você está errado… elefante é uma grande serpente, pois estava apalpando a tromba do elefante.
O terceiro cego ficou irritado e disse: - Mas, o que é isso meus amigos, eu é que sei o que é um elefante…  é um grande lençol macio e felpudo…    Ele estava tocando a orelha do bicho.
- Nada disso - retrucou o que examinou a pata - eu examinei cuidadosamente o bicho. Trata-se de um tronco de árvore pesado, e forte.
E o último cego: - Tudo errado! Vocês estão loucos! Elefante não passa de um frágil chicotinho…  berrou segurando o rabinho do elefante…
E as discussões se seguiram, sem é claro, chegarem a nenhuma conclusão.

Moral: Quanto menos parcial for a nossa percepção da realidade, mais chances temos de nos aproximar do todo e melhor entendermos a realidade à nossa volta. E, ainda, se não somos flexíveis e procurarmos entender as razões do outro, não poderemos rever as nossas percepções e chegar a novos aprendizados.
A moral da história para nós profissionais de RH é ter muito cuidado na análise de cada candidato… Cuidado para que impressões pessoais e “pré-conceitos” não interfiram negativamente no julgamento do candidato.
Trabalhamos basicamente como num controle de qualidade: este candidato serve este não é necessária uma reflexão diária…
Lembrar sempre que nossas verdades não são eternas. Lembrar que existem outras verdades, que vamos encontrar candidatos que não têm valores iguais aos nossos, percepções diferentes da mesma realidade e nem por isso iremos desclassificá-los do processo por isso.
Lembrem-se: até um relógio parado consegue estar certo duas vezes ao dia…
Abraços a todos e fiquem bem…

 

Topo da Pagina topo da páginaOu Isto ou Aquilo

Poema de Cecília Meireles “Ou Isto ou Aquilo”

Ou se tem chuva ou não se tem sol,
ou se tem sol ou não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
Quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo dinheiro e não compro doce,
ou compro doce e não guardo dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.

Convivi com estes versos muitos anos pois no colégio André Mauróis onde eu estudava, este poema ficava logo na porta de entrada. Gigantesco em madeira eu ficava sempre lendo e analisando cada frase e pensava como alguém de uma forma tão simplista e ao mesmo tempo magnânima conseguiu expressar tão bem esta questão das escolhas.
E em muitos momentos meus, ao longo da minha vida, peguei- me lembrando do trecho: “se compro o doce não guardo o dinheiro…”, “se calço a luva, não ponho o anel…”
As escolhas se apresentam a cada instante da nossa vida: Ou tiro um cochilo ou escrevo este texto. Ou descanso ou vou dar aulas e ganho dinheiro. Ou compro o apartamento que meu dinheiro permite ou outro maior pedindo um empréstimo e comprometo meu orçamento.
…E cada vez o grau das minhas escolhas tomam dimensões maiores. Maiores responsabilidades. E maiores são os meus medos…
Ou tenho medo ou não me arrisco e fico dentro da casca do ovo.
Ou sou feliz ou não me arrisco.
E se não me arrisco, nunca vou ter a certeza se poderia ter dado certo.
São estas opções diárias que nos trazem a alegria de poder transpor, conquistar, arriscar querendo acertar sempre.
A vida nos põe a prova toda hora e exige resposta.
A vida seria insuportável se não nos proporcionasse mudanças. Estaríamos enfadados a total monotonia.

Pense nisso, tenha uma boa semana e fique bem...

 

Topo da Pagina topo da páginaMotivação

Motivação quer dizer “ter motivos”, “estar motivado a fazer algo”.
Podemos ver a junção de duas palavras “motivo + ação”.
Sendo assim, então são os meus motivos que me levam às minhas ações.
Atuo de determinada forma porque tenho motivos para realizar esse ato.
Motivação é diferente de estímulo.
Estímulo vem de fora como por exemplo um bom salário, um bom clima na empresa com as chefias e colegas de trabalho, bons benefícios, etc.
Motivação vem de dentro. Só eu sinto, só eu sei os motivos que me levam a fazer algo.
Certa vez, escutei a seguinte história:
Estive casada com um sujeito que fumava dois maços de cigarro por dia e um dia ele chegou e colocou um maço na estante, olhou pra mim e disse: -mulher, deixe este maço aqui… não mexa, porque a partir de hoje eu não fumo mais…
Ora, a minha inteligência riu. Meu conhecimento me disse que aquele homem acostumado com tanta nicotina no sangue não iria parar de uma hora para outra…
Iria ficar nervoso, brigar comigo, sentir a tal síndrome de abstinência, fumar escondido, na rua, no banheiro. Mas não iria parar. Não iria!
Mas parou.
Depois daquele dia, nunca mais ele pegou num maço de cigarro, nem levou nenhum cigarro à boca… incrível, não?
E isto nos leva a pensar…. o que leva a pessoa a terminar aquilo que começa? De onde tira forças para ultrapassar os momentos mais difíceis sem desistir? Quando desistir é o caminho mais fácil!
Em sala sempre faço um teste com meus alunos quando o tema é motivação:
-levante a mão aqui, quem já entrou em algum curso de idiomas e parou?
-levante a mão aqui, quem já tentou aprender um instrumento musical e abandonou?
-levanta a mão aqui, quem já começou a fazer um regime e parou? (neste momento, eu também levanto, aliás as duas mãos…(risos))
-levante a mão aqui, quem já começou a ler um livro e desistiu?
Pois é…
Muuuuuitas pessoas levantaram a mão.
E como mudar isso?
O que preciso é fazer para terminar aquilo que comecei? Como não esmorecer?
Aí vem a história novamente da motivação.
E é preciso lembrar que a motivação mora dentro da gente e é como uma Bela Adormecida que precisa ser despertada com um beijo do príncipe encantado.
Este beijo só você pode dar… Ninguém mais. A Bela é acordada por você, pelos motivos que levam às ações que você tem e deseja ter.
O problema é que a gente sempre espera o príncipe encantado para ser feliz. Para então acordar a motivação.
Somos também o príncipe… o sapo… a bela…
Estamos sempre achando que vamos ser felizes amanhã quando conseguir comprar a casa própria, quando terminar a faculdade, quando os filhos crescerem, quando… quando… quando… sempre amanhã!
Lembre-se que a sua mãe ama você, mas ela não vai aprender inglês por você. Que seu tio é uma sumidade, mas ele não vai passar no concurso público por você. A sua felicidade depende de você e você é feliz por você. Não pelos outros. Não amanhã: Hoje!
Repita sempre: Eu posso! Eu consigo! Eu sou feliz!

 

Topo da Pagina topo da páginaFatos e Interferências

 “Em uma cidadezinha do interior havia uma figueira carregada dentro do cemitério. Dois amigos decidiram entrar lá à noite (quando não havia vigilância) e pegar todos os figos.
Eles pularam o muro, subiram a árvore com as sacolas penduradas no ombro e começaram a distribuir o ‘prêmio’.
- Um pra mim, um pra você.
- Um pra mim, um pra você.
- Pô, você deixou esse dois caírem do lado de fora do muro!
- Não faz mal, depois que a gente terminar aqui pega os outros.
- Então ta, mais um pra mim, um pra você.
Um bêbado, passando do lado de fora do cemitério, escutou esse negócio de ‘um pra mim e um pra você’ e saiu correndo para a delegacia. Chegando lá, virou para o policial:
- Seu guarda, vem comigo! Deus e o diabo estão no cemitério dividindo as almas dos mortos!
- Ah, cala a boca bêbado!
- Juro que é verdade, vem comigo.
Os dois foram até o cemitério, chegaram perto do muro e começaram a escutar…
- Um para mim, um para você.
O guarda assustado:
- É verdade! É o dia do apocalipse! Eles estão dividindo as almas dos mortos! O que será que vem depois?
Lá dentro, os dois amigos já estavam quase terminando…
- Um para mim, um para você. Pronto, acabamos aqui. E agora?
- Agora a gente vai lá fora e pega os dois que estão do outro lado do muro…”
Recebi esta história da minha amiga Meg. E ela ilustra bem o que podemos chamar de “fatos” e “inferências”.
Fato é o que acontece realmente. É o ato, a ação do momento. E inferência são as deduções que fazemos dos fatos, nossas conclusões.
Muitas das vezes assistimos um determinado fato e criamos histórias e conclusões próprias a respeito e transmitimos às pessoas uma versão que não condiz com os fatos…
Atitudes como estas de pré-julgamento e inferências podem ter conseqüências desastrosas… é preciso ter cuidado e medir nossas atitudes.
Na esquina, um acidente de carro. O automóvel acerta o poste de frente. E ao ser consultado o cidadão exclama: “- O motorista, em alta velocidade, não conseguiu desviar do poste”.
Mas…
Ao ser questionado se fora testemunha do fato, se estava ali no momento do acidente este informa que havia chegado naquele momento.
Ora, se não estava… como poderia dizer que o carro estava em alta velocidade?
Já um outro… afirmava veemente a tudo que havia assistido. E narrava a cena energicamente:
“- O carro fez uma curva muito fechada, o motorista bêbado não teve um bom reflexo para consegui desviar do poste.”
“- Mas o motorista estava realmente bêbado?”
“-Claro que sim, ele saiu do carro cambaleante…”
Ora, mas se o motorista do veículo havia levado uma pancada na cabeça… Como ele poderia sair do carro de outra forma? Será que estaria realmente bêbado? Ou foi apenas uma inferência do homem que contava o ocorrido?
Certas pessoas ao se depararem com um acidente tiram conclusões baseadas totalmente na bagagem informativa que já possui. De tanto ouvir narrativas de acidentes onde o motorista, culpado, estava alcoolizado, este já conclui precipitadamente o estado do mesmo.
Dentro da empresa temos que tomar muito cuidado ao repassarmos informações, instruções, fatos ocorridos, instruções… para que nossa conclusões pessoais não interfira na comunicação vindo, assim, gerar problemas àqueles que nos escutam.
Uma piada clássica é a do chefe que consulta seu subordinado dizendo:
- Almeida, qual o número deste pedido?
Um outro colaborar que passa e só ouve o final da frase já anuncia a “bomba” aos demais colegas: “-Pessoal, o Almeida foi despedido, será que vão ter outras demissões”?
Portanto, da próxima vez que tiver que passar informações aos seus subordinados, colegas, clientes… peça feedback do que você disse, pergunte se entendeu, se foi claro. E faça o mesmo quando receber mensagens confirme o que lhe foi dito. Diga frases como: “- Bem, vejamos se entendi direito: você quer dizer que…”, “-Então o prazo para entrega será de 15 dias?”
Tenham todos uma semana maravilhosa e fiquem bem…

 

Topo da Pagina topo da páginaSobre a Comunicação

Na semana passada falei sobre FATOS e INFERÊNCIAS, e o quanto isso deturpa a comunicação. São os chamados ruídos da comunicação…
E quanto ao feedback da mensagem que você enviou? Isso é extremamente importante para a garantia da comunicação exata. Pergunte sempre se você foi claro, se entenderam o que você disse.
E, também, faça o mesmo quando receber mensagens confirme o que lhe foi dito. Diga frases como:
“-Bem, vejamos se entendi direito: você quer dizer que…”,
“-Então o prazo para entrega será de 15 dias?”
Costumo dar como exemplo o caso do gestor que chega para seu subordinado e solicita que o relatório fique pronto “o mais rápido possível”.
E o funcionário pensa: “-Vou surpreender meu chefe, amanhã de manhã, na primeira hora, quando ele chegar, vou entregar o relatório pronto.”
E quando ao final da tarde, o chefe aparece e lhe pergunta se o relatório já está pronto… O funcionário surpreso diz que irá lhe entregar amanhã de manhã, o mais rápido possível…
Pois bem, o mais rápido possível para o chefe é hoje à tarde, e para o funcionário será amanhã de manhã. Isto somente aconteceu porque não houve comunicação eficiente entre os dois. Se o funcionário tivesse perguntado o que seria “o mais rápido possível”, este desencontro não teria acontecido.
Antes de você emitir uma opinião sua ou mesmo dizer alguma coisa, é importante certificar-se que compreendeu, repetindo o que escutou. E isto, principalmente, se o seu modo de pensar está diferindo de seu interlocutor, pois com certeza estes são os momentos mais difíceis de escutar alguém com atenção.
“Ouça para compreender e não para responder. Isto significa que seu primeiro objetivo ao ouvir alguém deverá ser tentar compreender exatamente o que ele pretende comunicar-lhe. A resposta virá depois”.

Desejo a todos uma boa semana e fiquem bem…

 

Topo da Pagina topo da páginaA Todos os Jorge Alves, Josés, Antonios e Anas

Faço parte de alguns bons grupos de discussão pela internet,

Esta semana gostaria de comentar sobre um personagem da vida real -que também pertence a um destes grupos- chamado Jorge Alves, mas que poderia ter qualquer outro nome, principalmente, porque retrata uma trajetória similar a tantas outras pessoas, só que com um final de história que encanta qualquer um…

Vou retratar aqui parte de um dos e-mails dele:

“Queridos amigos da rede quero aqui fazer um agradecimento do fundo do meu coração a todos os integrantes e em especial a Professora Rita Alonso que com os seus artigos e textos me fez crescer como gente e como profissional me fez enxergar que eu sou um vencedor, pois fiquei desempregado por 02 anos e recebi vários “nãos” e por muitas vezes me senti humilhado por algumas empresas que não quiseram me dar uma oportunidade.

Amigos eu nunca havia passado por situação semelhante a esta e confesso que muitas vezes sai de casa a procura de trabalho e ao final do dia não tinha coragem de retornar ao lar porque tinha vergonha de encarar minha esposa e meus filhos em especial a minha filha MAYARA que não me pedia muito, só um MP3 que eu não tinha condições de comprar.

Foi neste grupo que encontrei forças para continuar em busca de um emprego, foi neste grupo que comecei a acompanhar os artigos e textos da Prof. Rita Alonso e através destes textos consegui fixar uma meta, mirei uma empresa de suco de laranja enviei meu currículo por várias vezes até que fui chamado para uma entrevista e a partir daí começou a minha vitória. Fui contratado como ajudante posteriormente promovido a líder de ajudante e após, promovido a controlador de embarque.

Ontem dia 31/04/2008 recebi a noticia que a partir de hoje serei promovido a operador de painel de controle de embarque de sucos a granel.

Por isso quero agradecer a todos aqui da rede e em especial a você professora que me proporcionou ver as coisas de um modo diferente.

Quero dizer também que hoje eu sinto pena das empresas que recusaram meu currículo e daquelas que nem sequer me deram a oportunidade de uma entrevista.

resumindo : hoje eu sou um trabalhador feliz e faço do meu ambiente de trabalho a continuação do meu lar onde eu me dou bem com todos e todos gostam muito da minha pessoa como amigo e como profissional.

Professora Rita se deus quiser um dia eu e meus familiares teremos a oportunidade de lhe conhecer pessoalmente. Jorge Alves Da Silva”

Estes dias recebemos mais notícias do Jorge, leiam um trecho do que ele escreveu:

“Estou de volta para agradecer a todos por mais uma vitória na minha vida. Eu que a pouco tempo era uma pessoa sem estima nenhuma devido aos constantes fracassos profissionais, não por falta de tentar nem por falta de vontade de vencer, só sei dizer que tudo que eu fazia dava errado. Nem o ensino médio eu conseguia terminar (…)              Mais uma meta está sendo cumprida:  comecei o meu curso superior em graduação tecnológica em logística. Quem diria ? Eu que não conseguia concluir o ensino médio hoje estou numa universidade, um pouco tarde é claro ,mas com objetivo. Sem contar a alegria que minha filha está sentindo e fala pra suas amiguinhas que o papai é universitário.”

Pois é amigos… Lembro-me bem do primeiro e-mail dele: desorientado, desestimulado, perdido e transpassando um enorme vazio interno.

Ei, espera. Não estou falando do Jorge Alves. Estou falando de mim… nas tantas vezes em que enfrentei alguns problemas: desorientada, desestimulada, perdida e com um buraco do tamanho do mundo n´alma.

Mas, novamente, não estou falando só da Rita Alonso. Estou falando dos Josés, dos Antônios, das Anas que passaram pelas minhas mãos nestes 25 anos de profissão onde lidei com as mais variadas personalidades, os mais diferentes e imaturos alunos, os mais perdidos candidatos na entrevista. Mas que tinham escondidos no olhar uma vontade enorme de mudar o mundo, mudar o sistema, mudar para melhor, mudar, mudar e mudar…

E certamente estou falando de você também.

Atire a primeira pedra quem nunca se sentiu assim.

Hoje, mais uma vez, vejo o Jorge Alves dar a volta por cima, ter mais uma batalha ganha. Mais uma conquista, mais uma vitória para mostrar para sua pequena Mayara a lição que nunca irão esquecer: desistir é o atalho mais fácil, mas não é a estrada certa que levará aonde se quer chegar.

Sabe o que eu, o Jorge e você que está lendo isso agora temos em comum?

Pense…

A questão é que todos nós, seres humanos não infalíveis padecemos do mesmo mal.

Em algum momento de nossas vidas nos deparamos frente a frente com algo tão maior, tão assustador, tão inatingível que nos torna tão pequenos e frágeis que nos faz duvidar, até, se o continuar vale realmente a pena.

E o Jorge  Alves continuou…  não esmoreceu… perseverou e repetiu inúmeras vezes que iria ter vitória, mesmo a adversidade se tornando vultosa, e o inimigo chamado “sem saída” sussurrando todas as noites em seu ouvido: “-Você não vai conseguir, não vai vencer”. Mas ele venceu! Venceu e continua vencendo. Por amor a esposa, por amor aos filhos, por amor a sua Mayara  e, principalmente, por amor-próprio.

Dobrou inúmeras vezes seu joelho e como Jó revelou a si mesmo que iria persistir e vencer o inimigo invisível e Deus lhe respondeu através de alguns textos, através de alguns amigos, através do olhar de Mayara que pedia um MP3, que esse não era o final.

Já estive no lugar do Jorge Alves algumas vezes (e outras virão), já tive incertezas, inseguranças, dúvidas do amanhã, abandono…
Mas a persistência, a vontade, a determinação me fez repetir -e dobrar joelhos- muitas vezes dizendo: “Sei que Deus confia em mim e não vou decepcioná-lo ”
Sei que Deus também confiou em cada um amigo aqui e parabenizo cada um por ter passado por tudo que já passaram sem dar glória ao inimigo, seja o nome que este inimigo tiver.
E você, que está lendo isso agora, faço o convite de repensar seu passado, em quantos obstáculos tiveram que saltar e quantas e quantas vitórias tiveram e chegaram onde estão hoje. Faço um convite para dar Graças!
Agradeço a Deus que, como eu, confiou que o Jorge Alves ia superar e continuar perseverando diante de toda provação… porque tudo tem um sentido, nada é em vão.
Principalmente servindo para nos mostrar e a outras pessoas um exemplo bonito de superação e coragem.

 

Topo da Pagina topo da páginaSeu Discurso Condiz com Suas Ações?

Quando estou aplicando um treinamento ou ministrando o Curso de Dinâmica de Grupo, costumo realizar uma dinâmica muito interessante chamada “Bola no Lixo” para mostrar às pessoas que nem sempre os nossos discursos condizem com nossas ações.
Primeiro divido a turma em dois grupos e nomeio-os de “Equipe A” e “Equipe B” colocando uma à frente do outro, porém com boa distância entre eles.
Depois, distribuo uma folha de papel e peço que amassem fazendo uma bolinha.
Pego uma cesta de papel e coloco no meio das equipes, dando a entender que terão que atirar e tentar acertar a bolinha de papel dentro da lixeira.
Porém, cuidadosamente coloco a lixeira mais próxima da “Equipe A”.
Claro que todos os componentes da “B” começam a reclamar dizendo coisas como:
“-Não é justo!”
“-Queremos igualdade!”
“-Que a lixeira fique centralizada para que as chances sejam iguais!”

E, calmamente, em silêncio retiro a lixeira do lugar original e a coloco menos próxima da “Equipe A”, mas não ainda no centro. Ainda favorecendo esse primeiro grupo.
A reclamação recomeça…
Peço, então, que eles definam “onde” deve ficar realmente a lixeira.
Alguns membros contam passo, discutem se ajustam… e finalmente a lixeira é colocada num determinado ponto “x”, para alegria e satisfação de todos.
Resolvida a questão, solicito que apenas a “Equipe A” tente acertar e que todos tentem jogar a bola no lixo ao mesmo tempo.
Alguns acertam, outros erram. Contabilizo os acertos e parto para o outro grupo.
Porém, pego a lixeira e passo de mão em mão para que “coloquem” dentro suas bolinhas, ou seja, TODOS acertam e dou como vencedora a “Equipe B”, para desespero do grupo adversário.
Convido todos a se sentarem e só aí então começa efetivamente a conclusão da dinâmica. Pergunto o que sentiram ao realizar a atividade. Começo perguntando aos participantes do grupo A.
Ouço reprovações e até ofensas do tipo: -você roubou no jogo! Ouço censuras quanto ao meu comportamento de “facilitar” a vitória do oponente.
E aí, então, pergunto por que não houve a mesma reclamação quando no início tentei deixar a lixeira mais perto deles e mais distante da outra equipe?
Será que a palavra “injustiça” só se aplica quando a vítima somos nós?
Nesta dinâmica podemos fazer um paralelo com a vida real.
Na empresa, quantas vezes não temos situações de favorecimentos… Aquele líder que favorece mais a um funcionário que a outro por simples simpatia, ou repassa trabalhos mais pesados para uns e não para outros.
Na TV assistimos artistas que ganham fortunas fáceis jogarem suas vidas pelos ralos…
E principalmente, olhar para o passado e constatar quantas barreiras conseguimos vencer… Vitórias suadas, lutas diárias, conquistas… que damos muito mais valor.
Mas e a “Equipe B”? Você pode estar se perguntando agora.
Será que também houve injustiça para com eles?
Será que estão satisfeitos com a vitória?
Por que não reclamaram na hora da vitória como fizeram no início da tarefa?
Fora uma ou outra exceção, a maioria não está feliz.
Porque, simplesmente, eu tirei a oportunidade deles, quando dei a lixeira na mão, de saberem se seriam capazes de acertar ou não.
E isto nunca mais eles irão descobrir porque “aquela” oportunidade já passou. Outras poderão até vir. Mas não mais aquela…

Um Abraço a todos e fiquem bem…

 

Topo da Pagina topo da páginaDois Ouvidos e Uma Só Boca! Os Ruídos da Comunicação

A pessoa inteligente ouve mais e fala menos, por isso temos dois ouvidos e apenas uma boca.
Apesar de estarmos na era da palavra falada, do diálogo e da comunicação, as pessoas não sabem escutar. Não são boas ouvintes porque nossa capacidade efetiva de ouvir é pouco desenvolvida.
O importante é ouvir para “compreender” e não apenas para fazer pose. Ouvir vai muito mais além do simples ato de escutar.
Se ao chegar a uma festa e encontrar uma amiga de que gosto muito ela me diz: “-Nossa, Rita, este seu vestido está horrível…”.
O que eu penso? “-Bem, ela deve estar com algum problema para falar assim comigo ou talvez este vestido não tenha me caído bem…”
Agora, se ao chegar a uma festa e encontrar uma amiga que detesto e ela me diz: “-Nossa, Rita, este seu vestido está maravilhoso!!!”.
O que eu penso? Hum, isto é inveja! Essa mulher é invejosa, um poço de inveja…
Não é assim mesmo?
E sabe por que isto acontece? Porque muitas vezes ouvimos apenas nosso sentimento e não o que realmente aquela pessoa quis expor.
A gente não ouve o que o outro diz. Houve-se o que o outro não está falando.
São os ruídos interferindo significativamente na comunicação.
E sofremos…
Sofremos porque, muitas vezes, pensamos ter ouvido aquilo que não foi verdadeiramente dito. Porque acreditamos que o que acabamos de ouvir é uma grande crítica destrutiva quando na verdade não é.
O desenvolvimento de algumas atitudes nos auxilia, sem sombra de dúvida, a edificar relacionamentos mais fortalecidos, a se conhecer melhor e, consequentemente, sofrer menos.
Controle suas emoções, pois elas podem se transformar em sérias barreiras a uma comunicação realmente eficaz.
E quando estamos em meio a uma discussão ferrenha? Bem, aí é que realmente não ouvimos o outro. Apenas nos preocupamos em preparar o que iremos dizer em seguida, assim que a pessoa calar a boca ou respirar. E muitas vezes, nem isso, pois atropelamos a sua fala, falando no mesmo instante que ela.
As pessoas apenas ouvem o que gostaria que o outro dissesse.
Elas apenas ouvem o que estão sentindo.
Apenas ouvem o que já pensava a respeito do que a outra pessoa está dizendo.
As pessoas costumam tirar da fala dos outros somente as partes que as interessam, que as agradam, que as incomodam, ou tudo aquilo que as emociona, assim confirmando ou rejeitando seus próprio pensamento e sentimento.
São, na verdade, partes de falas que se adaptam ao impulso de fúria, amor ou aversão que sentem por quem fala.
Apenas partes de falas que possam fazer sentido para opinião e modo de ver que no momento, estejam predominando ou tocando mais diretamente a elas.
Reflita. Muitas vezes…
As pessoas ouvem apenas o que elas querem ouvir.
As pessoas só ouvem aquilo que já estavam acostumadas a ouvir. As pessoas apenas ouvem o que imaginam que o outro ia falar.

Abraços e fiquem bem… 

 

Topo da Pagina topo da páginaPlanejamento, Comprometimento e Coisa e Tal

Estou com uma vontade louca, agora, de comer um belo sanduíche de bacon com ovos…
Hummmmm, hummmmm…
E logo me vem à mente uma questão sobre comprometimento, acompanhada de uma historinha, que costumo colocar em sala de aula para meus alunos e aí vai pra vocês:
-Em um sanduíche de bacon com ovos, quem se compromete mais? O porco ou a galinha?
Não sabe? Ora pense um pouco mais…
E agora responda: Qual o seu grau de comprometimento nas várias áreas de sua vida? Área profissional, pessoal, estudantil…
Quanto à questão do comprometimento profissional tenho a dizer: Num processo seletivo procuro enxergar, nos candidatos, o grau de comprometimento de cada um.  Enxergo o comprometimento como uma virtude e tanto nas entrevistas e dinâmicas que aplico.
Trata-se de qualidade facilmente detectada quando se aplica um jogo competitivo na dinâmica de grupo.
O candidato que se compromete com a tarefa, que participa e se dedica à sua equipe logo se sobressai.
São profissionais comprometidos e agregadores que desejamos admitir em nossas empresas. Muito mais que o “super inteligente”, muito mais do que aquele que domina a área.
Os profissionais que auxiliam seus pares, subordinados e líderes são os mais disputados no mercado. Porque a equipe se sente segura com sua atuação.
Diferente dos “vampiros” que encontramos por aí…  E vampiros, eu já falei aqui em outro artigo, são as sanguessugas sugadores de sangue, de energia e de entusiasmo. E dentre estes podemos encontrar até os mais inteligentes e os mais sabichões da empresa.
Sempre chamo atenção destes jovens alunos que estão adentrando o mercado: não permitam que vampirizem seu idealismo, sua força de vontade, seu comprometimento com o objetivo.
Os “Zeca Pimenteiras” estão espalhados por todos os cantos, prontos para dar o bote…
Reconhece-los é fácil. Basta nós, da área de RH, organizarmos um piquenique para logo o Zeca Pimenteira se manifestar dizendo: “-hiiii, vai chover!”; Se rebatemos dizendo que é verão ele retruca: “-É, mas tem uma nuvem atrás daquela montanha…”.
Já repararam que este lobo em pele de cordeiro é sempre amistoso e tem sempre um conselho a dar?
“-Olha meu amigo, não aceite este cargo de chefia naquele setor, pois todos que aceitam são demitidos, aquele setor é a porta da rua.”
Por essas e outras que eu aposto que você conhece algum Zeca, não? Na sua empresa, na faculdade, na sua família, nos seus círculo de amizade… Mas se conhece não se deixe contaminar. Continue com seu espírito agregador e comprometido e você terá muito êxito.
Acredite no seu ideal, no seu sonho… e planeje seus sonhos.  Sonhe e aja!

 

Topo da Pagina topo da páginaAconteceu

Aconteceu numa 5ª. Feira.
Cheguei no meu trabalho e ao ligar o computador percebi que toda a configuração de um projeto de RH muito importante e complicado que eu estava trabalhando há meses havia sido todo modificado em sua configuração.
Assustei-me: “Ué, a informática mudou toda a visualização do projeto sem me consultar? O que deve ter ocorrido?”.
Afinal, eu era a responsável por aquele projeto. Passei alguns finais de semana elaborando e quebrando a cabeças para montar um sistema que adequasse melhor aos profissionais que iriam trabalhar naquele projeto comigo e aos candidatos naquela consultoria.
Sem falar das inúmeras reuniões com o pessoal responsável pela informática e os analistas de cargo! Tudo para que eles colocassem em prática o que ainda estava no papel.
E, naquele dia ao chegar ao trabalho constato que tudo foi alterado sem sequer uma conversa prévia.
Fiquei irritadíssima, pensei em ir ao nono andar, no CPD, dar um murro na mesa, quebrar tudo e pedir explicações depois.
Mas, meu bom senso me orientou a primeiro dar uma volta pelo corredor da empresa, contar até dez, tomar um copo de água e só depois com a cabeça fria resolver o problema.
E foi o que fiz.
Passando em frente à sala de uma colega entrei para desabafar.
Esta minha amiga chama-se Mara. Somos amigas há quase 15 anos, já trabalhamos a alguns anos em outra empresa. Mas só nesta é que nos tornamos mais próximas.
Amigas de conversas íntimas, de desabafos e confidências, Mara estava se preparando para casar. Procurando igrejas, bufês, ornamentação de igrejas, convites e listas e mais listas de convidados.
Sentei à sua frente e pedi que me escutasse. Desabafei sobre a frustração de chegar e ver um projeto do qual era responsável, do qual estava à frente, que me fora tão sacrificante e demorado montar, ser tão modificado sem ao menos uma consulta, uma reunião…
Falei, falei… acho que passei um bom tempo alugando os ouvidos de minha boa amiga!
Desabafei toda minha insatisfação diante de uma amiga que me escutava calada e compartilhadora de meus dissabores. Eu me sentia gratificada por ter alguém com quem eu pudesse desabafar naquele momento.
Quando de repente, ela quebra o silêncio me fazendo uma pergunta crucial que jamais esquecerei em toda a minha vida.
Olhou-me bem dentro dos olhos e disse:
“-Rita, você sabe quanto me cobraram para ornamentar a igreja”?
Pois é…
A Mara não escutou absolutamente nada do que eu lhe disse!
Para ela não importa se mudaram a “cara” do meu projeto. Se o responsável foi o pessoal da informática, ou quem quer que tenha sido.
E será que freqüentemente não agimos assim?
Conversamos ou ouvimos pessoas, e depois de meia hora não conseguimos mais lembrar nada do que se foi falado…
Quantas vezes saímos de reuniões chatas com a sensação de que nada se foi dito, ou conversamos com amigos, filhos, colaboradores e na verdade nosso espírito está em outro lugar…
Quantas vezes continuamos no computador mesmo depois que alguém se senta ao nosso lado para conversar ou pedir informações.
Quantas vezes o filho, o marido, a esposa, os pais não nos procuram para contar como foi seu dia e não largamos o jornal, o computador ou algo que estamos fazendo para dar total atenção e ainda dizemos: “Pode ir falando que eu estou escutando…”.
Mas não está mesmo!!!
Ouvir só por ouvir não é o mesmo que parar e escutar.
Da próxima vez que tiver que ouvir alguém dê-lhe a devida atenção. Pare o que está fazendo. Olhe nos olhos. Isto é uma cortesia para com quem escolheu você para ouvir.
Coisa rara hoje em dia: Saber ouvir o outro.
Tenha uma boa semana, pense bastante no que leu e fique bem.

 

Topo da Pagina topo da páginaDe Repente, Depois do Carnaval... Novo Ano

De repente, no céu, os fogos de artifício do carnaval anunciam que agora sim começa o novo ano e o velho fica muito mais velho.
Ontem mesmo comemorávamos com o velhinho de vermelho e barbas brancas. Logo depois as taças de champanhe davam boas-vindas ao recém ano nascido e, hoje, fogos de artifício, a cada entrada de escola na Sapucaí, se juntam a grande alegria carnavalesca de homens e mulheres que cantam o samba-enredo do novo ano que começa amanhã.
É intrigante ver como no Sambódromo não passamos de uma grande massa humana de torcedores, querendo alegria e tentando esquecer as dificuldades do dia-a-dia. É a previsão de George Orwell em 1984 se concretizando…
Trabalho no Sambódromo todos os anos e vejo as pessoas cedo chegando para marcar seus lugares na arquibancada… alguns vêm com a família em peso. Trazem farnel, fantasia e união..
Nada pode atrapalhar… nem as dívidas e dificuldades que ficam lá fora. Nesse momento não existem ricos nem pobres, nem louros nem morenos, nem fantasiados nem realistas. O negócio é se divertir, cantar, dançar, pular e ver aquele luxo todo na imensidão dos carros alegóricos repletos de brilho.
A harmonia é clara naquele mar de gente. Harmonia clara na bateria que empolga e no folião sentado na arquibancada mais barata…
Ao lado do carro alegórico a passista aguarda a hora de entrar na avenida… Ela se sente a verdadeira rainha da bateria ou do carnaval inteiro, o sentimento transborda os poros… seminua é como se fosse a única e como se todos os olhares daquele imenso Sambódromo fossem só para ela. Não tem tempo para perceber a distopia.
Mal sabe que amanhã cedo é que começa 2008… Tanta coisa pela frente, tantas dívidas e dúvidas…
Mas, o que importa é hoje torcer para ser a campeã…
Um grande abraço ainda com confete e serpentina,

Prof Rita Alonso

 

Topo da Pagina topo da páginaO Que Responder Quando, Na Entrevista, Perguntam Sobre Pretensão Salarial

Nestes meus quase 25 anos de área entre estudo e trabalho sei que existe muitos questionamentos ao candidato durante a entrevista de emprego. Uma das questões mais delicadas e que tenho visto na maioria dos candidatos é quando questiono a respeito de sua pretensão salarial.
Mas, a entrevista é mais ou menos parecida com um encontro entre duas pessoas em uma festa. Digamos entre um rapaz e uma moça onde um tem interesse no outro. Então, faz-se várias perguntas para saber se as suas opiniões, maneira de agir, gostos agradam ou se adaptam aos seus.
Se o perfil daquela pessoa se encaixa nas expectativas que desejo encontrar em alguém.
Um quer saber a respeito da outro, para depois decidir se aquela pessoa será seu namorado(a) ou não… Naquele momento ou não… Se tem as ambições que desejo em encontrar no outro.
Uma das perguntas neste namoro entre entrevistador e entrevistado é a sua pretensão salarial. Funciona mais ou menos porque desejamos saber se aquele candidato se enquadra na faixa que desejamos oferecer. E em alguns casos uma elasticidade para aumentar ou diminuir um valor negociável.
O que eu aconselho aos candidatos é primeiro fazer uma pesquisa salarial de sua profissão no mercado de trabalho (normalmente em grandes jornais tipo “O Globo” vem a tabela).É importante que o candidato verifique qto pagam na pequena, média e grande empresa, porque sempre tem essa variação e identificar em que categoria se enquadra a empresa que está pleiteando a vaga. E, principalmente, em que categoria ele, o candidato, se enquadra em sua profissão. Ou seja, se ele está começando ou se já é um profissão experiente na carreira.
Aconselho caso o candidato não tenha idéia dos valores do mercado, não chute!!! Veja qual o salário que realmente deseja receber (com coerência), baseado em quanto ganhou até a presente data, a sua qualificação para tal salário…
Questione: você é formado? Fez cursos extracurriculares? Tem quantos anos de experiência no mercado? etc. É mais fácil fazer referência a seu ganho atual ou mais recente e mencionar um discreto aumento.
Nem pense em aceitar abaixo da média simplesmente por estar desempregado. Porque daqui a alguns meses você irá estar na mesma situação de agora: procurando algo melhor. Ou pior ainda: ganhando pouco, reclamando e sendo muito infeliz.
Outra dica, após se situar seu salário no mercado é nunca dizer o valor em números e sim em salários mínimos. E, de preferência, citando a faixa salarial que você se enquadra. Responda a pergunta do entrevistados dizendo
Se autopromover em excesso também é furada! Mesmo que consiga enganar o recrutador, a empresa vai lhe arrancar o couro querendo ver tudo que vc prometeu e disse que era capaz de fazer (e na verdade não é!).
Pense nisso: nós recrutadores temos interesse em avaliar a noção de valor que o candidato tem em relação à posição que vai ocupar. Que valor ele se agrega? Como ele se “vende”, se é alguém agregador ou não…
Sabe por quê? Porque somos indiretamente responsáveis pelos profissionais que indicamos para a contratação e na primeira falha deste… a primeira pergunta do Gestor Geral de RH, do diretor, do presidente da empresa… será: -Quem trouxe esse sujeito pra cá?
Aí vão lembrar rapidinho do recrutador!!!!

Abraços e fique bem…      

 

Topo da Pagina topo da páginaNão Quero Chegar aos 101 anos!!!

Esta história de fazer aniversário mexe, realmente, com a gente.
O meu é amanhã… e não me venha dizer que não…
Por favor, não me venha falar que o que vale é a experiência adquirida, quando meu espelho fala diferente…
Não fale, principalmente, se do outro lado, quem te escuta é uma mulher…
Estava pensando na Dercy Gonçalves, morreu aos 101 anos… pensei que aquela mulher fosse durar para sempre… No outro dia vi uma entrevista onde ela levantava a perna ao ar, mostrando ao repórter o grau de sua elasticidade e ainda a existente disposição.
Aí fico pensando como é difícil, para mim, de manhã levantar da cama, colocar as pernas fora delas e sair caminhando rumo ao banheiro sem esbarrar em nada e com apenas um olho aberto porque o outro ainda está dormindo.
Fico pensando que alguns anos atrás eu dava aula para sete ou oito turmas até umas 9 ou 10 horas da noite, chegava em casa com muita disposição, fazia meu jantar e ainda entrava na internet para ler meus e-mails. Hoje em dia ter duas ou três turmas de cada vez e dar aulas até as 22 horas me deixa exaurida, mesmo lembrando que estas são minhas últimas turmas e depois a tão sonhada aposentadoria!
Mas é preciso “não descer do salto”, por isso uma razoável quantidade de maquiagem em cima da pia do banheiro que me olha e eu olho para elas...
Só uma outra mulher para entender o que esta frase significa. Principalmente se tiver meio século como eu.
Um grande abraço e fiquem bem.

 

Topo da Pagina topo da páginaMotivar-se

Um comentário foi deixado pela visitante Natália no Artigo “Saiba Como Construir Uma Inabalável Força De Vontade” de Margot Cardoso e o mesmo foi respondido pela Prof.ª Rita Alonso e nós resolvemos trazer estes textos como o Texto desta Semana espero que gostem.
Natalia: Louvo a Deus por tudo que li, pois confesso estar precisando ter a vontade de vencer e lutar até o fim,parecia estar lendo a minha vida tenho desejo para muitas coisas mais devido as cobranças daqueles que me cercam e as palavras daqueles que dizem que eu não vou conseguir deixo me abater,meu grande sonho é fazer missões por muitos países e gostaria também de dar ao meu pai o tão esperado diploma que ele faz tanta questão confesso também que eu desejo te-lo gostaria de ter o prazer de dizer eu consegui por mais que eu não sonhe em exercer uma função,gostaria de um conselho como estudar e servir a Deus ao mesmo tempo? Muitas vezes sinto que pensando em fazer faculdade tenho que abrir mão de buscar um pouco mais a Deus
Prof.ª Rita Alonso: Olá Natália,
Talvez eu não seja a pessoa mais correta para lhe aconselhar. Pois sempre achei que se conselho fosse bom não se dava. Vendia…
Eu poderia muito bem lhe aconselhar a conversar com o pastor de sua igreja, com seus pais, etc. Mas estou percebendo que neste momento você deseja uma opinião de alguém totalmente de fora da sua história.
Pois bem, vamos analisar em alguns pontos o seu comentário, começando por algo que mais me chamou a atenção.
1º) Em seu comentário você diz:”… por mais que eu não sonhe em exercer uma função”, surpreendeu-me muito ler isto pois a reviravolta que você deve dar em sua vida inicia-se por aí e o que te aconselho é fazer uma auto-reflexão, deitar a cabeça no travesseiro e perguntar-se: “O que eu realmente gostaria de fazer profissionalmente?”, “Do que eu gosto?”, “O que eu sei fazer?”.
2º)Em outro ponto: “meu grande sonho é fazer missões por muitos países…”. Saiba que isto apenas não é o suficiente, porque a pergunta principal é: “O que tenho que fazer para alcançar este meu sonho?”, “qual o caminho?”
3º) E por fim você completa: “… confesso também que eu desejo tê-lo” (o diploma) e na posição de profissional de RH eu lhe garanto que sem estudar não chegamos a lugar nenhum e é uma pena que você não tenha citado qual o curso que você está fazendo, mas seja lá qual for é sem dúvida nenhuma, um atalho para seu sonho. Mesmo que não seja a estrada principal, mesmo que outras pessoas digam que você deve ter foco. Natália suba um degrau de cada vez… tenha calma, tenha equilíbrio, as coisas não são feitas de um dia para o outro.
A universidade não tem apenas o objetivo de formar pessoas, mas “desabrochá-las” pro mundo… seu leque se amplia. Você passa de um estágio de “proteção” para um universo mais realista.
Este artigo que você leu realmente é bem esclarecedor e não deixe que “cobranças daqueles que a cercam” lhe tirem de suas metas. Apenas aja em prol de suas próprias cobranças e faça ouvidos de mercador para outros dizendo que “você não vai conseguir”. Porque nosso pior inimigo não é aquele que nos atira palavras rudes, que nos tentam derrubar, que nos agride com “nãos”. O nosso pior inimigo mora dentro da gente quando dizemos: “eu não posso”, “eu não consigo”, “eu não sou capaz”…
Nossos inimigos são “fichinhas” quando comparados a este grande inimigo que mora dentro da gente! Talvez, até, possamos nomeá-lo como “desmotivação”.
Natália, você tem a opção de após seu curso fazer uma especialização em Teologia, pense na possibilidade de enquanto estiver estudando, fazer cursos paralelos que lhe atribuam mais conhecimento para atingir sua meta.
Talvez você já pratique trabalhos voluntários neste segmento, se sim, continue, continue e continue. Isto só lhe fará crescer…
O mais, dobre seus joelhos e peça respostas… elas virão, com certeza, mais cedo do que você imagina, talvez até nas entrelinhas desta minha resposta para você.

Um grande abraço e fique bem…

 

 

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