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Fantasia
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Veja também a apresentação virtual de Trovas* da autora e a publicação de suas Trovas*, Contos* e Reflexões* na íntegra.

Topo da Pagina topo da páginaAbertura

A Vida em Prosa e Verso, Fantasia, Poemas, Glorinha Mourão Sandoval, Português, São Paulo, Editora Ibis Libris, 2005.

Topo da Pagina topo da páginaCurrículo Literário

Glorinha Mourão Sandoval teve trabalhos publicados em revistas, antologias e jornais. Foi laureada com troféus e medalhas, recebendo menções honrosas e especiais ao participar de concursos literários. Em 1992 publicou o seu primeiro livro, Asas do Tempo, e, alguns anos depois, Garatujas (1997).

Topo da Pagina topo da páginaDestruição

Passei por caminhos
onde brincávamos juntos.
Na mata: inferno,
brasas, cinzas!
Solo enegrecido, queimado.
Animais, plantas em agonia!
Nuvens escuras
desafiavam o poder do sol.
Rolos esfumaçados
substituíam a natureza fumegante.
Paisagem, envolta em brumas, acinzentada...
Pestilência! Em tudo, cheiro de morte.
Saudade indefinida
do ausente... Do reviver.
Queira, queria, queria,
Não se fez... Não se faz.
Que tristeza, que tristeza...

Topo da Pagina topo da páginaNatureza Distante

Sentia-me dentro de um
rio caudaloso
arrastada pela correnteza.
Tentava salvar-me nadando...
Enfraquecia, perdia os sentidos.
Então, visão celestial!
Um sol brilhante, avivando
as margens, salpicava de gotas
douradas o verde das relvas.
Não mais lutava com as águas,
parecia ser levada ao sabor
de seus movimentos.
Alegres peixes brincalhões
empurravam-me, tora de madeira.
De repente, vi-me deitada num
macio tapete esverdeado.
Rodeavam-me lindas ninfas canoras,
embalavam meu sonho-sonhado.
Apenas adormecera.
Nada de rio, sol, relva ou ninfas...

Topo da Pagina topo da páginaO Ápice do Bem

Procurei pepitas,
que brilhassem,
na cúpula
da liberdade.
Um porvir de esperança,
beleza sem par.
Busquei o pomo da bondade...
Não há passado,
o que abarco
é presente.
Tão bem responde,
na expressão do poema.

Topo da Pagina topo da páginaAlento

Ó mar,
ó mar de meu Deus,
abre teus braços,
guarda os dias meus...
Dançarino fluido,
malhas de perigo.
Renda de espuma,
bravura de ninguém.
Corpo rebolado,
touro zangado.
Montanha transparente,
rugidos sonantes.
Batalha de contraste,
cavalo bravio,
anêmonas medrosas,
peixes mensageiros.
Canoas fantasmagóricas,
nódoa líqüida,
face espantosa...
Berço de sonhos dormidos!
Meu barco navega parado.
Vejo mundos: cega...
Mar de fantasias.

Topo da Pagina topo da páginaSufoco

No silêncio,
insone,
saudades
consomem.
Um sussurro,
passado
insólito,
pesa.
Passos
não passam...
Soluços,
suspiros,
sonhos,
sempre seguem...
Sombras
de solidão!
Sou, sim,
a sofredora
amorosa.

Topo da Pagina topo da páginaDistância

Acolá, alguém, que amei,
almejei, aguardei.
Adormecido em mim,
como anjo,
acima de minha alma.
Acordá-lo?
Arremessá-lo
dentro das arestas,
que voejam ao
meu ardor?
Além, muito além,
de amá-lo,
arraso-me,
ao afastar-me...
Aquietada,
aguardo
o amanhã
sem adeus.

Topo da Pagina topo da páginaEmoções

Vida, um sonho
corroído por memórias,
espaço perdido!
Mãos em prece,
mente à espera,
mensagens descansam,
infinitas lembranças.
O espírito flutua,
ausência das carícias,
espelho sem reflexo,
rostos mascarados.
Afloram desejos,
esboços amorosos,
alma liberta,
anseios angustiantes.
Horas não passam,
páginas em branco,
saudade chega,
silêncio em mim...

Topo da Pagina topo da páginaPoema Azul: A Escala

Nuvens desmancham-se ao vento!
Abóbada envolta de paz.
Perfume no espaço,
na natureza, alegria reinante.
Hora azul.
O Céu se encontra com a Terra,
pairam, no ar, acordes do bem.
Hora-esperança,
hora-redenção,
hora dos construtores da vida.
Hora da prece.
A alma se ajoelha,
na catedral interior...
Ouço a voz do futuro.
Não paro, não sei, sinto...

Topo da Pagina topo da páginaPoema Vermelho: A Estrela de Fogo

Terra seca,
brisas quentes.
Bola de fogo
avermelha
o verde da montanha.
Buganvílias, várias,
salpicam a floresta:
velas coloridas
no altar do Astro-Rei.
Caminho de flores,
fogueira de cores,
descendo a serra,
em fagulhas de luz.
No morrer do dia,
faróis se apagam,
trêmulas promessas
de um novo alvorecer...

Topo da Pagina topo da páginaFaces do Amor

Contraditório amor.
Em seu nome,
mata-se,
morre-se,
afasta-se,
chama-se por alguém.
É lágrima,
é sorriso,
alegra,
chora,
sofre,
goza...
Para o mundo:
amor é paz,
guerra.
Liberta,
escraviza.
Defende,
ataca.
Amor é miragem,
felicidade, em escombros,
desgraça camuflada.
Afaga, magoa,
dá, tira,
oferece, nega.

O amor
tem a doença da pomba,
a grandeza do gavião.
Dos lírios, a pureza,
em meio à podridão.
O amor a tudo perdoa.
Nunca castiga,
bendiz aquele que o fere.
Mas, sempre o “mas”,
da moeda,
o reverso:
Amor
é Ódio!!!

Topo da Pagina topo da páginaMãos

Embalam,
curam,
acariciam,
ferem.
Interligam céus, terras,
almas, sentimentos.
Breve deusa de silêncios,
dores e alegrias expressa.
Compassos, em ritmos,
em danças, aplausos,
em mímicas, são personagens,
linguagem em gestos!
Trazem morte,
à natureza, danificam.
Emaranhadas, em inveja,
em trevas, escondem-se.
Passam da vida às sombras,
lamparinas apagadas.

Topo da Pagina topo da páginaSol

Tece vidas,
dissolve trevas findas.
Passo a passo,
domina espaços.
Fecunda solo semeado,
requintes do amor.
Mora no tempo,
mutismo gera.
Silêncio grita,
divino trejeito.
Magia
do enquanto,
tanto.

Topo da Pagina topo da páginaA Carta


Saudades sempre-vivas,
nas mãos, uma carta, adeus!
Esbarro nas horas.
É noite, mar de estrelas!
Lua pálida, fachos de luz:
pirilampos brincando, sombras.
Pensamentos vagueiam. Silêncio!
Sonhos, loucos sonhos de um viver.
Escuridão! Sou barro sem forma,
perdida num tempo.
Perfume! Desejos afloram.
Espírito flutua.
Imóvel contemplo
horizonte sem brisa...
Reflexos no espelho,
figuras fugidias.

Topo da Pagina topo da páginaSusto

Num refúgio oculto,
Assumo amarguras.
Súplicas nuas,
perfume em nucas.
Figuras assustam-me,
buscam ternuras.
Murmúrios, luzes,
brumas flutuam.
Úmido turno,
impulso único.
Último rumo,
sem futuro.
Sou soluço
turvo, sussurro!

Topo da Pagina topo da páginaO Soar do Som

Sons sibilantes,
simpáticos,
singelos,
zunem.
Ao silvar
de um zéfiro.
Ao zunido
do zangão.
Ao ziguezague
do zagueiro.
Ao zunzum
do zé-povinho.
Ao sonante
do zebuzeiro.
À zorra
dos zíngaros.
À zinha
dos sonhos,
do Sol, o Zênite...

Topo da Pagina topo da páginaBoa de Bossa

Bonita,
produzida
para bailar,
no pagode
do padrinho.
Botas de borracha,
blusa estampada,
bolsa bordada,
pulseiras prateadas.
A própria “Bela das Butiques”,
requebrando, apreciada,
rapazes assobiando, aplaudindo.
Apresentação surpreendente.
O baile prometia,
Porém, Oh! Porém...
Um prego pisou, penetrou,
Buscou seu pé,
Acabou o prazer...
Nem banda,
pares,
samba,
baião,
lambada.
Sem panca,
bamba,
bumbo,
bravatas brasileiras.
Produção barrada.

Topo da Pagina topo da páginaO Folhetim

Folhas,
folhinhas,
folhudos.
Brilhantes
ao orvalho,
molhadas.
Folhagens
avermelhadas
ao florir.
Malhadas,
espalham-se
ilhadas.
Qual gralhas,
em grilhão,
envasilhadas.
É o desfolhar,
barulho folhoso
do folheto floral.

Topo da Pagina topo da páginaPobre Palhaço Empoleirado!

O que somos?
Duas datas, não mais.
Corrida do tempo,
entregas demais.
Sonho, telhado cor-de-rosa,
vive quebrado.
Súplica vaidosa,
amor acorrentado.
Ideal sem perdão,
roteiro futuro.
Barco das ilusões,
porto não seguro.
Homem: palhaço empoleirado,
sem chances, sem público,
sem aplausos.

Topo da Pagina topo da páginaSer Fruta

Olhei-me no espelho,
imaginei:
estranha figura.
Labirinto de magias,
imagens, miragens,
fantasias.
Amarelo-ouro,
redonda, resistente,
cheirosa,
apetitosa.
Gomos
líqüidos, macios,
atrativos.
Sou laranja e,
como as pessoas,
cumpro sinas
desiguais:
umas, doces e boas,
outras, amargas demais.

Topo da Pagina topo da páginaOs Pequeninos

Somente as crianças
têm chama do eterno.
Essência divina
a sorrir para a vida.
Anjos emprestados,
borrifando bálsamos
de esperança, ternura,
inocência.
Sonhos, que vagueiam,
em paisagens futuras.
Na Terra, o próprio Céu!

Topo da Pagina topo da páginaO Baú

Refúgio úmido,
profundo.
Fagulhas de luz,
brumas.
Difusas plumas,
turvas.
Arrulham figuras,
buscam ternuras.
Chuva crua,
lua nua.
Estúpida rua,
susto noturno.
Nenúfar em turno.

Topo da Pagina topo da páginaPedra: Álbum Frio

Lápide última,
primeiro sonho.
Fantasias,
desenhos de esperança!
Pássaro, espaço
sempre desejado.
Pela correnteza,
desilusões.
Arrastada, embalada,
adormeço no regaço da saudade.
Tudo, lembranças petrificadas,
álbum frio, sem vida.
Alvo fugidio,
alado, jamais alcançado!

Topo da Pagina topo da páginaA Estrela é Febre


Estrelas,
lágrimas
desfolhadas.
Além
das nuvens,
tênues.
Estrelas
desafiantes,
cadentes,
brilhantes,
desmascarando
a força do Sol.
Ouvir estrelas,
ver estrelas,
nos olhos amados!
Turbilhão de idéias,
devaneios,
Para o apaixonado,
estrela é febre.

Topo da Pagina topo da páginaChegar

Acolá,
na página do irreal,
há um halo de graça.
Imagens,
baladas,
lágrimas,
gargalhadas.
Passo a passo,
no galgar do somar,
faço alada viagem
ao luar, ao nada.
Musical serenata
da paz.

Topo da Pagina topo da páginaO Momento Escuro

Mágoas, saudades,
fluem.
Sombras viventes,
passado.
Ausências e
vontade de ver,
de estar com alguém.
Rever lugares, objetos,
animais, pessoas,
cenas tristes, cômicas, ternas.
Emoção me envolve,
desabafa, versifica.
O poeta, em mim, chora,
sorri e sonha.

Topo da Pagina topo da páginaLamento

Luz lúgubre
de um luar.
Brilha
pela telha lousada.
Logra localizar
o longínquo limbo.
Líbida
libélula!
Em livre liça,
levada ao léu...
Malha, no
levitar falho.
Lamparina,
sem lampejo.

Topo da Pagina topo da páginaImagens

Grama é beijo,
ilusão,
desejo.
Longe,
perto.
Durmo,
sonho...
Tudo passa,
brisa abraça.
Grande amor!
Luz apaga,
vento sopra.
Você, eu, aqui, acolá.
Sem corpo matéria,
busco um rosto!
Rolo no tapete verde,
grama é beijo.

Topo da Pagina topo da páginaManhã de Sol

Atrás da janela,
o dia desponta.
Madrugada lá fora,
o pensar vagueia.
É manhã de sol,
as sombras descansam.
Sou o orvalho da noite,
que a luz consome.
Carrego meus sonhos,
loucos sonhos! Saudades.
Invado seu espaço,
toco em você, suave, suave.
Sou horas solitárias
a buscar os braços seus.
Sem corpo, matéria.
Sou desejo fugidio.
Na nudez de minh’alma,
procuro o lume do poeta.

Topo da Pagina topo da páginaEstrela Fugaz

Compreender a solidão,
páginas de desejos e desesperos,
porta aberta para lembranças.
Uma abelha com diáfanas asas,
berço pelo tempo esvaziado,
bússola, tantas vezes, renovada.
Tenho olhos cheios de névoas.
Nos ouvidos, as notícias do nunca mais,
ondas sonoras que vêm e vão.
O passado retorna, embriagando-me,
como o vinho amargo das ilusões perdidas.
Sou segunda-feira de uma semana vazia.
Dias passam.
Pássaro sem teto, grito sem som.
Assombros da vida.
Sinto, em meus lábios, um balbuciar
ansioso ao pronunciar num sussurro:
Seu Nome,
meu “Tudo”.

Topo da Pagina topo da páginaSua Alma Sua Palma

Naquela esquina,
espera-me o destino.
Momentos, não de vida,
mas todo um coração.
Pela frente, caminhos,
luzes apagadas, vazios indefinidos,
carregados de sonhos,
loucos sonhos!
Oca solidão, penumbra dos tempos,
janelas abertas, lembranças perdidas.
Vibrações passadas, fantasmas de mim.
Silhueta da noite, passos silentes.
Mãos imploram mensagens de esperanças.
Olho-me, no espelho,
envelhecida, imagem apagando.
Sim, sou irreconhecível,
onde o espaço irrecuperável?
Distante encruzilhada,
não existe logradouro!
Perplexa, vagueio suave
pelo devaneio etéreo.

Topo da Pagina topo da páginaPedrinho

Pedro pequenino,
petulante, provocador.
Pepina, pajem,
protege o pimpolho.
Prepara palavras
patéticas e maternais.
Complica explicações,
com seus “pá-pá-pás”.
Promete aplicar
palmadas e palmatórias.
Procedimento que pode
piorar no porvir.
Promessas próximas
comprometem o presente.

Topo da Pagina topo da páginaExplosão do Sentir

Na poeira do dia-a-dia,
sou areia, raiz, folha.
Nas minhas fantasias,
luz, sol, arco-íris.
Meu viver é nas estrelas,
não tenho os pés no chão.
Num vôo alado,
penso em você,
no amor,
no desejo,
na vontade de estar ao seu lado.
Sonho:
você e eu,
no tapete verde da relva,
sinto sua presença, matéria.
Beijo-o.
Sou lágrima,
orvalho,
ao romper
da madrugada.

Topo da Pagina topo da páginaEndecha das Três Irmãs

Órfãs?
Vazias,
sem perspectivas
futuras.
Caçula: com dores
imaginárias.
A do meio: grávida,
maternidade inconseqüente.
Mais velha: tão velha!
Quarenta anos!
Rotina, monotonia:
recolher roupas no varal,
fazer rosquinhas.
Olhar o tempo:
chove,
faz sol,
está frio,
esquentou?
Cotidiano sem risos.
Sempre-vivas, no jardim da existência,
nascer,
crescer,
florir,
morrer.
No rodar da vida:
espectadoras.

Topo da Pagina topo da páginaCrista do Pico

Pieguice,
lira,
pífaro.
Trio,
ínfimo
de ritmo.
Dia
de rima,
trilha.
Sigo
o caminho
da vila.
Aqui, ali,
sou guia
fria.
Atriz, xis, triz,
guria
cria.
Na cantina,
Crista
do Pico.

Topo da Pagina topo da páginaO Bobo da Corte

Fantasiei-me de escamas, enganei o mar,
de estrelas, enganei o céu,
de penas, enganei os pássaros,
de algodão, o travesseiro,
de anarquista, o sorriso,
de poeta, a ilusão.
Sou cofre forte, sem frente.
Nas árvores, dentes de galho,
do olho, a luz.
Sou loucura da alvorada,
no fim da noite.
Enganei a Corte,
não o Bobo...

Topo da Pagina topo da páginaFogo

Combustão,
calor,
luz.
Energia incorruptível,
cauteriza,
purifica,
preserva,
modifica,
extermina.
Centelha de vida,
folclore ritualista.
Casa dos condenados:
Lúcifer.
Ciúme,
amor platônico,
sonho dos enamorados,
afeto em brasa.
Ardor... Paixão.

Topo da Pagina topo da páginaÁgua

Gota prateada,
fonte cristalina,
cascata murmurante,
córrego saltitante.
Arquiteta do globo.
Geradora de vidas.
Ceifeira de existências.
Alavanca,
potência,
resistência.
Constrói,
destrói,
Acalenta,
sobressalta.
Alivia,
sufoca.
Força paradoxal,
vida,
morte.

Topo da Pagina topo da páginaTerra

Princípio,
criação,
força.
Alimenta,
constrói,
desenvolve.
Berço de tesouros
recônditos.
Bela,
misteriosa,
deprimente.
Sonho de criaturas,
ambição,
poder,
amor,
ódio.
Espaço vital,
opressão,
miséria,
destruição.
Ter. Ser.
Reverterá às raízes.
O nada do tudo,
do absoluto à insignificância...

Topo da Pagina topo da páginaAr

Fole,
energia,
estimula
pensamentos e ações.
Leveza. Toque sutil.
Excita desejos.
Plumas, em regiões etéreas,
inconscientes.
Asas de sonho e fantasia,
encantamento,
invólucro gasoso.
O poeta retorna.
Volta ao círculo terrestre,
torna a ser.
Por enquanto, é...

Topo da Pagina topo da páginaLentes Cor-de-Rosa

A vida, através dos óculos da vovó, vê:
bondade nos atos dos outros,
a ilusão de seu tempo,
a cultura como um bem,
os netos, dádivas celestiais,
a palavra, um ato honroso,
o Céu, próximo à Terra,
filhos amorosos e disciplinados.

 

 

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